Translate

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Periquitos inseparáveis de Fischer

Nova espécie de pássaro é descoberta

Nova espécie de pássaro é descoberta e já está
ameaçada de extinção
Do UOL, em São Paulo
Ciro Albano/NE Brasil Birding
Macuquinho-preto-baiano tem 12 cm e 15 g; há
apenas 3.000 exemplares na natureza
Cientistas reconheceram oficialmente no último
mês uma nova espécie de ave descoberta na
faixa da Mata Atlântica no litoral da Bahia. O
macuquinho-preto-baiano ( Scytalopus
gonzagai), mede 12 centímetros e pesa cerca de
15 gramas. Mal foi descoberto, porém, os
pesquisadores anunciaram que ele já está
ameaçado de extinção.
Segundo pesquisadores, a estimativa é de que
haja menos de 3.000 espécimes nessa porção da
Mata Atlântica -- número considerado baixo para
aves --, por isso o macuquinho-preto-baiano já
entrou na lista de animais em risco de extinção.
A descoberta foi reconhecida em agosto, sendo
publicada na revista The Auk, periódico científico
da American Ornithologists' Union (União dos
Ornitólogos Americanos), voltado para estudos e
pesquisas de aves.
O passarinho passou muito tempo despercebido
pelos ornitólogos que estudam a Mata Atlântica.
Foi visto pela primeira vez em 1993, quando uma
expedição com pesquisadores da UFRJ
(Universidade Federal do Rio de Janeiro) realizou
a primeira coleta de exemplares e gravações do
canto da espécie. Na época, os cientistas
acreditavam se tratar de um macuquinho-preto
comum (espécie do sul e sudeste do Brasil), por
ter características semelhantes.
Apenas em 2004 foram iniciados os estudos
direcionados a descobrir se seria uma nova
espécie. O passarinho se difere do macuquinho-
preto comum, entre outras características, pelo
ritmo de canto mais forte e com diferentes
vocalizações.

O peito seco

O Peito Seco
Nesse artigo veja sobre o famoso sintoma do
Peito Seco, muito conhecido no meio dos
criadores.

Oque é Peito Seco?
O “Peito Seco” é uma síndrome muito
conhecida, entre os passarinheiros,
também é conhecida como “Peito Quilha”
e “Peito Faca” dependendo a região do
país.
Mas o que é o Peito Seco?
O Peito Seco não é uma doença, mas sim
uma conseqüência de múltiplos fatores
relacionados aos hábitos alimentares,
tratamento e acondicionamento da ave.
O Peito Seco é um nome dado pelo fato do
pássaro ficar magricelo na região
abdominal, como o próprio nome diz, o
peito fica seco, porém o nome da doença é
chamado de Caquexia. Se da a um estado
de fraqueza progressiva, principalmente
pela falta de apetite, mal estar e desgaste.
Vários fatores podem contribuir para que a
ave venha a emagrecer, originando a
caquexia, alguns dos fatores mais
conhecidos são: Parasitismo crônico,
tuberculose, cryptosporidiose, tumores,
infecções crônicas por mycoplasma,
coccidiose subclínica, diabetes, redução
na alimentação devido a ansiedade,
depressão, e magoas que podem ocorrer
diante de uma perda de um parceiro de
gaiola ou mesmo mudança de ambiente ou
troca de dono.
O Peito Seco é uma doença terminal,
raramente aves com esses sintomas
conseguem se recuperar, mas se
diagnosticado a tempo e aplicado um
tratamento correto, pode-se salvar a ave.
Como evitar a doença?
Para evitar a doença é simples, basta ficar
atento aos sintomas mostrados no texto
anterior, observar se a aves comem
corretamente, se não estão sendo expostas
a stress no transporte ou mesmo sendo
alvo de espantos repentinos, ou mesmo a
mudança de proprietário, que muitas vezes
é o que acontece, por exemplo o pássaro
já esta acostumado com o dono e quando
ele faz o famoso “rolo ou troca”, o pássaro
pode vir a contrair esses sintomas por
sentir falta do antigo dono, mas o fato
mais comum é sobre a alimentação, nunca
fornecer nada gelado a ave, pois podem
provocar infecções no sistema digestivo e
respiratório, impedindo o a ave de se
alimentar, provocando fraqueza e dando
origem assim ao Peito Seco.
Simplificando a ave morre de fome, pois
não tem forças e nem energia para suprir
suas percas, vindo a secar os músculos
abdominais, pois começa a consumir toda
a reserva de gordura que existe em seu
corpo, e após esgotada, vem a falecer,
caso não haja um tratamento imediato.
Qual o tratamento?
Se a sua ave já esta com a doença, o que
deve ser feito imediatamente, é isolar a
ave, e oferecer a ela medicamentos que
tentem reverter o quadro. Um dos
medicamentos mais conhecidos no meio
dos passarinheiros é o COCCIDEX, um
medicamento facilmente encontrado em
Pet Shops, Aviculturas, Agropecuárias e
Loja Especializadas em Aves e Pássaros.
Não é um medicamento caro, e a maioria é
vendida fracionadamente, sendo assim
você pode comprar apenas o suficiente
para realizar o tratamento da ave
infectada. Existem outros medicamentos
como Penavit Plus, 100 P.S. e Peito Sadio
e outros mais para esse fim.
O Medicamento deve ser oferecido ao
pássaro infectado, através do bebedouro,
adicione a quantidade do medicamento
conforme indicado na bula ou
recomendada pelo médico veterinário na
água do bebedouro e forneça essa água ao
pássaro durante o período estipulado pela
bula ou pelo veterinário.
Muitas pessoas usam esse medicamento
mesmo quando não existe foco nem
sintomas da doença, fazem apenas como
prevenção.
utilizam o medicamento com uma diluição
maior do que a utilizada quando se tem a
doença.
Bom pessoal, espero que esse artigo tenha
ajudado vocês a entenderem um pouco
mais sobre essa doença tão conhecida. Se
alguém souber outros métodos de
tratamento, ou tiver fotos de pássaros com
a doença, me enviem e agente acrescenta
aqui também. Vamos fazer do clube do
criador o portal dos criadores.
Até a próxima...

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

araras canindés

Comportamento e reprodução[editar | editar código-fonte]

As araras-canindé na natureza vivem em habitats variados, desde a floresta tropical úmida até savanas secas.7 Vivem preferencialmente no estrato arbóreo superior e em proximidade da água.8 Essas aves, como outros membros de sua família, são gregárias e barulhentas, podendo viver em comunidades numerosas, mas grupos pequenos ou mesmo apenas casais com crias também são comuns. Podem passar longos períodos do dia em repouso, relacionando-se com companheiros ou fazendo acrobacias no alto dos galhos. Voam em pares ou em grupos de três indivíduos, frouxamente ligados a um grupo maior. São grandes voadoras e podem transpor grandes distâncias entre os locais de repouso e nidificação e os de alimentação a cada manhã e tardinha, e tipicamente seus gritos são ouvidos muito antes de as aves serem vistas. Ocasionalmente alguns exemplares podem ser encontrados a grande distância de suas áreas de frequentação habitual.4
Uma vez que formam casal, não mais se separam. Se em sua região os locais para nidificação são escassos, casais podem expulsar ou matar ocupantes de ninhos já estabelecidos.8 Nidificam a cada dois anos entre agosto e janeiro, em buracos que escavam nos troncos de árvores e palmeiras. A serragem resultante se acumula no fundo e serve para secar as fezes e acolchoar os ovos, em geral dois, podendo chegar a cinco, que a fêmea, principalmente, choca por cerca de 25 dias. O macho alimenta a fêmea durante este período e protege o ninho de invasores. Um estudo realizado no Parque Nacional das Emas, monitorando dezoito ninhos, indicou uma taxa de natalidade de 72%. Os filhotes nascem implumes, cegos e indefesos, e são alimentados por ambos os pais com frutas e sementes regurgitadas, permanecendo no ninho por três meses. Mesmo depois de aprenderem a voar as crias permanecem com os pais por até um ano inteiro, e atingem a maturidade sexual somente depois de três ou quatro anos.5 8 14 15 18 22
Grupo de araras-canindés, araracangas e papagaios se alimentando de argila em uma encosta
Araras domesticadas
Seus maiores inimigos são aves de rapina de grande porte,8 mas tucanos eprimatas de médio porte podem predar ovos e filhotes.14 Alimentam-se de sementes e frutos, incluindo o buriti (Mauritia flexuosa), o cajuzinho (Anacardium humile), o iriri (Allagoptera leucocalyx) e a gabiroba (Campomanesia adamantinum),18 de preferência ainda verdes, a despeito das toxinas ou do sabor desagradável que tais alimentos possam ter. Reúnem-se em grandes bandos em encostas argilosas expostas para ingerir argila, necessária para eliminarem toxinas da dieta e para enriquecê-la com um suplemento de elementos minerais. Têm grande força no bico, possibilitando-lhes abrir sementes de casca muito dura, como a castanha-do-pará.8

Cativeiro[editar | editar código-fonte]

Bem cuidadas, podem viver até 70 anos em cativeiro,23 mas sua criação é bastante trabalhosa, pois são aves grandes que exigem amplas instalações e precisam de muito estímulo na forma de socialização com o criador; pessoas que passam a maior parte do dia fora de casa não devem manter esta espécie em cativeiro, além de ser imprescindível oferecer-lhes brinquedos diversos com que possam se exercitar e manter-se ocupadas em outros horários. Podem também causar algum incômodo por serem animais naturalmente barulhentos. Para que se mantenham saudáveis a dieta deve ser variada, incluindo sementes, vegetais e frutas frescas. É recomendável disponibilizar um osso para que obtenham cálcio e desgastem o bico sempre em crescimento. Como seus hábitos incluem roer madeira, as gaiolas devem ser de metal, e devem possuir uma área grande para que possam voar. À noite a gaiola pode ser coberta para manter as aves tranquilas e habituá-las a horários definidos. Muitos criadores costumam cortar parte de suas penas alares para diminuir sua capacidade de voo e mantê-las sob o alcance e controle. Elas podem ser treinadas para imitar a voz humana, muitas vezes aprendem uma palavra após ouví-la apenas uma vez, e podem ser manipuladas, desde que com gentileza e atenção. Durante a procriação podem se tornar extremamente agressivas, e seu bico poderoso pode infligir ferimentos sérios. Sob estresse, na forma de gaiolas pequenas, má alimentação, maus tratos ou recebendo pouca atenção, podem desenvolver doenças e comportamentos aberrantes, incluindo aumento da agressividade e da destrutividade, que podem chegar até a automutilação.24 25 26


Ornitologia

Ornitologia é o ramo da biologia que se dedica ao estudo das aves a partir de sua distribuição na superfície do globo, das condições e peculiaridades de seu meio, costumes e modo de vida, de sua organização e dos caracteres que as distinguem umas das outras, para classificá-las em espéciesgêneros e famílias.